Apresentação de Trabalhos [AT’s]

Olá! ENECS chegando e você que enviou seu trabalho confere a lista de aprovados por temáticas:

Obs: Os trabalhos que tem mais de um autor, os mesmo deverão estar presentes no momento da apresentação do trabalho para assinar a lista de frequência e assim receber o certificado. Não será possível apenas um autor apresentar e o restante receber certificado, tem que estar presente no momento da apresentação. 🙂

Segue a lista por eixo da AT – Apresentação de Trabalho:

SALA G1 – AT 1 – Corpo, Gênero e Sexualidade

  1. O CORPO FEMININO E SUAS EMOÇÕES: CONSTRUÇÃO E DESCONSTRUÇÃO NO FILME ALEXANDRIA. Bárbara Damasceno Pereira, Thainá Guedelha Nunes e Luenice Martins Reis.
  1. A LUTA CONTRA O ESTIGMA SOCIAL DA SUBALTERNIDADE FEMININA: RECONFIGURAÇÕES QUE SUPERAM O TRADICIONALISMO PATRIARCAL. Déborah Arruda Serra e Julyana Ktlen Silva Machado.
  1. Identidades dos corpos femininos negros. Neila Dória de Andrade Silva.
  1. A MARCHA DAS VADIAS SOBRE O OLHAR INTERPRETATIVO DA ANTROPOLOGIA. Aline Viana, Caroline Teixeira, Joilma Lobato e Elizângela Pichane.
  1. Marxismo e Movimento Feminista no Brasil. Ana Paula Greco.
  1. Jovens Mulheres: trajetórias de empoderamento? Luanda Silva.
  1. Perpetuação e mudanças nas estruturas do campo religioso e da vocação religiosa feminina: um estudo sobre a vocação e reprodução cultural em um convento no interior de São Paulo. Joyce Aparecida Pires.
  1. Arte e política: a trajetória de Nair de Teffé. Camila Carolina H. Galetti e Ivana Guilherme Simili.

SALA G2 – AT 1 – Corpo, Gênero e Sexualidade

  1. Subejétil: reconstrução e espetáculo político de um corpo estranho. Rafael Garcia.
  1. REFLEXÕES SOBRE O PÓS-MODERNO X FILME CLUBE DA LUTA. Aline Viana dos Santos
  1. O TRANSHOMEM E A LUTA POR VISIBILIDADE. Patrícia Michelini de Matos Batista.
  1. EU “EU EXISTO PARA ALÉM DAS ESQUINAS!”: TRAVESTIS E SEUS MECANISMOS DE SUBVERSÃO DA DICOTOMIA CORPO-CLIENTELA EM ILHÉUS E ITABUNA. Tarcisio Dunga Pinheiro e Patricia Michelini de Matos Batista
  1. Identidades sexuais e o pensamento foucaltiano. Emilson Silva Lopes.
  1. Causa Mortis: Homofobia. Tuanny Soeiro Sousa.
  1. Reflexões sobre a visibilidade da homossexualidade para as famílias de origem no Cariri – CE. Renata de Lima.
  1. O poder de dizer: Não no processo de transformação da sexualidade feminina. Antonia Vanessa Cordeiro de Sousa.

SALA G3 – AT 1 – Corpo, Gênero e Sexualidade

  1. Trabalho ou promiscuidade: duas visões acerca da prostituição. Zena Lima.
  1. Educação sem Homofobia: possibilidades e desafios para uma intervenção na realidade escolar. Kênia Araújo Pires.
  1. Memória e Lazer: As Mudanças nos Espaços de Encontro GLS em Belém do Pará. Amadeu Lima.
  1. Por outra literatura infantil: livros infantis LGBT. Igor Fidelis Maia
  1. Educação escolar e a legitimação da dominação masculina. Marisa Borges e Cecília Santos Vianna.
  1. Processos de normatização das identidades sexuais e de gênero e violência institucional no sistema educacional. Leandro de Souza Rocha.
  1. Sexualidade e Gênero: uma construção social. Juvenal Bogea e Wendson Veras.

SALA G4 – AT 2 – Meio Ambiente

  1. Cinema e educação ambiental: Uma experiência no Ensino Fundamental. Claudio Marcelo de Miranda Pinheiro, Edmilson Assis do Espírito Santo, Marina Ferreira da Silva e Suziane Palmeira dos Santos.
  2. A RELAÇÃO HOMEM-NATUREZA PRESENTE EM UMA COMUNIDADE DA ILHA DO COMBÚ/PA. Thainá Guedelha Nunes.
  3. VULNERABILIDADE AMBIENTAL: UM ESTUDO NA FLORESTA DO LOUZEIRO NO MUNICÍPIO DE CAMPINA GRANDE-PB. Joaquim Carlos Lourenço; Marx Prestes Barbosa; Jaqueline Lopes de Alencar; e Rejane de Fátima Victor Vasconcelos.
  4. CONFLITOS SOCIOAMBIENTAIS NO MARANHÃO: Uma breve análise a partir da propagação de notícias nos meios midiáticos. Ana Kely de Lima Nobre.
  5. ANÁLISE DOS CONFLITOS SOCIOAMBIENTAIS NA REGIÃO DO PÓLO INDUSTRIAL DE SÃO LUÍS – MA. Ronyere Sarges Rêgo.
  6. A sustentabilidade utilizada como estratégia de influência na decisão de compra do consumidor: um estudo da Franquia O Boticário de Serra Talhada – PE. Anne Louise Vieira de Lima, Aliny Raquel Lopes de Oliveira, Adson Miguel de Melo Lima e Joaquim Carlos Lourenço.
  7. Área de Proteção Ambiental numa zona de Mineração: o caso da APA do Igarapé Gelado. Bruna Karine Estumano Silva.
  8. Traços do progresso: Uma análise sobre os impactos socioambientais da duplicação da ferrovia Carajás sobre o povo Awá-Guajá. Maria Padilha Modesto Mendes.
  9. AS IMPLICAÇÕES E CONSEQUÊNCIAS DA DUPLICAÇÃO DA ESTRADA DE FERRO CARAJÁS PARA OS MORADORES DOS POVOADOS ADJACENTES. Sarah Resplandes.
  10. Entre saberes e práticas, tradição e modernidade: pescarias, conflitos e demandas de direito/reconhecimento no Norte Fluminense. Yann Almeida Belmont Paula e Fábio Reis Mota.
  11. Os impactos da redução da Reserva Legal prevista no Novo Código Florestal: Uma discussão em aberto na política de desenvolvimento do Amapá. Fábio Lacerda Jucá e Thais Mendes Santos
  12. Principais interesses da bancada ruralista através da análise de discurso da Senadora Kátia Abreu. Laís Müller Napoleão Braz; Ilana Magalhães Barroso

SALA G5 – AT 3 – Questões Urbanas

  1. Um olhar sobre os olhares dos atores sociais na grande Vitória. Filipe Bragio Konieczna e Julia Silva de Castro

2. Consumismo entre jovens da classe média em Natal: Análise do sistema de capital, dinheiro e consumo. Lohana Gabrielle Brito

3. Espaço urbano em Belém e seus contrastes: uma abordagem socioambiental da qualidade de vida no canal São Joaquim. Gisely de Nazaré Freitas da Silva.

4. Os invisíveis do centro histórico. Eraldo Francisco Barbosa e Diana Patrícia Mendes

5. TRANSFORMAÇÕES URBANAS: UM OLHAR SOBRE ASPECTOS DO PROGRESSO E SUSTENTABILIDADE. Sidney Oliveira Filho e Erik Pereira Batista

6. Construções e desconstruções feitas em campo: considerações sobre alguns desafios da prática etnográfica. Dielly de Castro Silva.

7. Análise sobre o fluxo migratório e o caso brasileiro de 2000 a 2010. Diego Pita Ramos.

8. Descaracterização da paisagem urbana pelo uso da estratégia de comunicação branding: um estudo de caso no Município de Campina Grande – PB. André Luiz Araújo de Freitas, Joaquim Carlos Lourenço e Marcelo José de Oliveira Silva.

9. Tss Tssss…A prática do Charpi: a história da pichação de muros na cidade de Teresina. John Wedson dos Santos Silva.

10. O empreendimento Nova Conceição em Feira de Santana e a organização político-social da comunidade em prol da moradia. Sóstenes Aroeira da Luz e Silvio Cesar Oliveira Benevides.

SALA G6 – AT 3 – Questões Urbanas

1. Lendas Urbanas em Sobral. Sheila Ramos da Silva.

2. CAMPOS DOS GOYTACAZES COMO “PERIFERIA INTERIORANA”: A CONSTRUÇÃO DE PROBLEMAS PÚBLICOS EM UMACIDADE MÉDIA DO NORTE- FLUMINENSE. Luciêr de Sousa e Silva.

3. “Pedaços da cidade”: Recentes construções de condomínios na Rodovia Augusto Montenegro. ERICA CRISTINA ALMEIDA LOPES.

4. Análise da gestão do patrimônio público Municipal em São Luís/MA (1997 – até os dias de hoje). Cássia Ferreira de Oliveira.

5. Um novo olhar para as categorias do CENSO. Tamires Ferreira Nascimento.

6. População em situação de rua: Uma breve amostragem. Bruno Henrique Varela da Silva.

7. Pedaços da cidade: Feira do açaí, onde o urbano e o rural se encontram. Edmilson Assis do Espírito Santo e Fernando Wilker Rodrigues Pinheiro.

8. Atentados em Santa Catarina: um grupo criminoso organizado e consequências nas cidades envolvidas. Dênis Berté Sálvia e Erni José Seibel.

9. Entre músicas, balcões e bohemias: Um estudo das relações sociais construídas no bares de Macapá. Crisane Ramos do Carmo, Raylana do Espírito Santo e Suany de Oliveira da Silva.

SALA G7 – AT 4 – Questões Rurais

  1. É ruim, é uma tristeza. O tempo todo é essa humilhação…: Pressões sobre a pecurária camponesa na região Leste do Maranhão. Annagesse de Carvalho Feitosa
  2. Dia de enricar mais um e ser enriquecido!: concepção e práticas políticas no Quilombo de Vereda Viana. Edina da Silva Lapa
  3. Peixe pequeno não pode contra peixe grande: o processo de penetração das relações capitalistas na Comunidade Parada – CE. Amanda Crisóstomo Alves
  4. Oficina de Fundos Rotativos Solidários, no assentamento Nova Vida no litoral sul Da Paraíba. André Luiz da Costa Gomes, Alicia Ferreira Gonçalves e Joelma Batista do Nascimento.
  5. Assentamento Madre Cristina: pequena etnografia das mulheres assentadas na luta pela permanência na terra. Maria de Lourdes Fernades Silva
  6. Modernização Agrícola e Resistências: considerações sobre as bases do debate agroecológico no Brasil e no ES. Rafaela Silva Dornelas
  7. A intervenção do projeto de extensão da UFG no assentamento rural Madre Cristina. Kaique Matheus Cardoso.
  8. Agricultores da reserva: um estudo das políticas públicas nas comunidades agrícolas da Reserva Extrativista Marinha Mãe Grande de Curuçá – PA. Fcº José dos Santos e Lourdes Gonçalves Furtado.
  9. MOTIVOS DE MIGRAÇÃO NA RESERVA DE DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL MAMIRAUÁ. Géssica da Silva Miranda.
  10. UMA ABORDAGEM SOBRE O TRABALHO TRADICONAL: JUVENTUDE, NOVAS PERSPECTIVAS. Daniella da Silva Ferreira
  11. ECONOMIA VERDE NO ACRE: INCLUSÃO OU EXCLUSÃO SOCIAL?. IRLEN MAYCON PEREIRA DA SILVA PAIVA

SALA G8 – AT 5 – Pensamento Político e Social Brasileiro

  1. Mauá: Pioneiro do desenvolvimentismo? Inocêncio Soares do Rosário.
  1. Populismo e Democracia no Brasil 1945 a 1964. Rafael Willian da Costa e Roberto Ribeiro Corrêa.
  1. Copacalama: Quando os outros estão nus. Marcel Vida.
  1. A bancada evangélica no congresso nacional. Mauro Cordeiro de Oliveira Junior.
  1. Reflexões sobre as características da Política Externa Independente, seus princípios e aplicações. Joyce Abbade.
  2. Alvejados pela Democracia. Artur Mazzucco Fabro
  1. Eleições 2008: perfil social das vereadoras do município de Breves – PA. Nilson Sousa Filho e Maria Luzia Miranda Álvares
  1. A consolidação do Estado nacional no Brasil Império: entre liberais e conservadores. Fabiana Ximenes Barros
  1. Juazeiro do Norte: Padre Cícero, Sedição de Juazeiro e Família Bezerra. Davi Alencar Pinto e Dayze Carla Vidal da Silva
  2. A emancipação do invidivíduo como critério de grau de civilicação em Emma Goldman. Ieda Kyvia Cruz da Silva

SALA G9 – AT 6 – Mundo do Trabalho

  1. Precarização do trabalho no terceiro setor. Tamires Barbosa Rossi Silva.
  2. O trabalho informacional: o caso dos profissionais da informação na capital cearense. Denyse Maria Borges Paes e José Borges da Silva Neto.
  3. O trabalho como ressocialização: Um estudo sobre os cursos profissionalizantes do Degase. Ana Carolina Moura Salustiano
  4. O mundo do trabalho policial sob a ótica do centro de formação e aperfeiçoamento de praças da PMMA. Penina Corrêa Vale, Marinna Silva Serra e Keiliane de Jesus Santos.
  5. PEC 231/95 e a redução na jornada de trabalho. Fernanda Santos Lima e Raíssa Júnia Dourado.
  6. O desenvolvimento de uma sociedade enferma? Contribuições da psicanálise ao entendimento das relações entre homem e capitalismo no Mundo do Trabalho. Tainã Alcantara de Carvalho.
  7. Mulheres Garis, uma perspectiva das condições de saúde no desempenho da função/ofício. Juliana Brussi
  8. A luta dos trabalhadores brasileiros pela redução da jornada de trabalho e suas contradições na atualidade. Ariel Martins Carriconde Azevedo.
  9. A ação sindical dos trabalhadores da esfera da circulação no Brasil de 1930 a 1964. Erlon Dias de Sales Santos.

SALA G10 – AT 6 – Mundo do Trabalho

1.Taxistas, informalidade e Mercadoria Política no Norte Fluminense. Priscila Reis.

2. AS RELAÇÕES DE PODER E CONFLITOS PROFISSIONAIS NA ÁREA DA SAÚDE. José Roberto da Silva Júnior e Gledson Andrade Silva

3. A nova composição do congresso nacional e perspectivas da emenda de redução da jornada de trabalho. Samuel Nogueira Costa.

4.“IDOSOS DEVEM CONTINUAR TRABALHANDO?” PERCEPÇÕES ACERCA DO TEMA VELHICE-TRABALHO. Patrícia Michelini de Matos Batista; Caio César Gonçalves de Souza e Andréa Evangelista Lavinsky

5.Um novo modo de Produção: A Economia Solidária no Brasil e As Ações Públicas. Jairo da Silva Gomes.

6.O Perfil dos dirigentes dos sindicatos filiados a CUT, no município de Teresina-Piauí, em 2012. Isaac Ferreira Cavalcante

7.Mulheres Feirantes no Mercado do Mafuá: análise interpretativa da atividade feirante a partir das experiências de um aprendiz de pesquisa. Alexandre Ewert Gomes de Carvalho.

  1. AS FACES DO TRABALHO NO CALÇADÃO DO CENTRO DE RIO BRANCO. Ismael Carlos Silva e Silva e Eurenice Oliveira de Lima

SALA H1 – AT 7 – Movimentos Sociais

  1. A proposta de educação autônoma do Movimento Zapatista: em busca da igualdade e preservação da dignidade humana. Mariana Rodrigues
  2. Movimento LGBT no sul da Bahia: conquistas, desafios e estratégias na luta contra o preconceito. José Miranda Oliveira Júnior.
  3. Cidadania e educação: Direitos e as perspectivas para o século XXI. Márcio Coelho Lima e Caique Ribeiro Tude.
  4. Análise dos movimentos populares na cidade de Natal – RN. Ana Izabel Bezerra Hister Pontes.
  5. Política de repressão e violência institucionalizada: o caso da ocupação “Pedro Nascimento” em Goiânia. Hytalo Kanedo de Lima Fernandes.
  6. Cherán: movimento de luta e sua experiência de autogoverno. Jonatas Pinto Lima e Iasmine Carolina Barbosa Ferrari Costa.
  7. Inclusão do segmento homossexual no discurso político de “esquerda” brasileiro. Emanuelle do Espírito Santo, Pedro Costa Maciel e Giselle Azevedo Ricci.
  8. Manifestações no Brasil: A identidade entre manifestantes pacíficos e Polícia Militar. Túlio Martins de Oliveira.
  9. Movimentos Sociais no interior: Movimento Pau de Arara Mossoró – RN. Aline Pereira de Azevedo.
  10. Efeito Colateral que o seu sistema fez: a Questão Social e o Movimento Livre. Leonardo Vieira
  11. Observando de perto um conflito social em torno da mineração: o caso do sistema Minas-Rio (Mina-Minerodutoporto). Raquel Isidoro Gonçalves.
  12. Movimentos Sociais no Acre: Resistência x Cooptação. José Lucas da Cruz Gomes

SALA H2 – AT 8 – Juventude/Geracional

  1. Juventude(s) no Contexto Escolar. Diana Dias e Diego Nogueira
  2. Políticas Públicas Educacionais: Uma análise das ações voltadas para os jovens do Semiárido Pernambucano. Ana Carla do Carmo.
  3. Juventude, conflitos e escola: percepções e experiências entre jovens de duas escolas em Seropédica/RJ. Emilia Fernandes de Oliveira Marcondes
  4. O diário de campo na pesquisa: Juventudes, trajetórias e identidade a partir do estilo de vida hip hop em Maceió- AL. Victor Hugo.
  5. Adolescentes e Jovens em conflito com a lei: Um panorama das formas de atendimento. Ana Paula Oliveira Francisco e Vívian Gilbert Ferreira Paes.
  6. Entre o lar e a labuta: uma etnografia sobre os jovens que moram no poço da draga e trabalham no Centro Cultural Dragão do Mar. Raquel dos Anjos.
  7. Adolescência e criminalidade urbana. Myleyde Dayane Pereira da Silva.
  8. A juventude alternativa do Cariri-CE: Uma subcultura produtora de arte, comportamento e ideologia. Ruanna Gonçalves da Silva.
  9. Acompanhando “projetos culturais” para jovens em/de periferias. João Miguel Diógenes de Araújo Lima.

SALA H3 – AT 9 – Identidades, Etnias e Religiões

  1. TESTEMUNHA DE JEOVÁ: “TUA PALAVRA É VERDADE”. Izabela da Silva Ferreira
  2. Identidade social e cultural da doutrina espírita kardecista. Marianna Santiago de Castro Varella e Eduardo Ricardo Vasconcelos Couto.
  3. OS SEM RELIGIÃO E A SECULARIZAÇÃO DO MUNDO. João Victor Sousa Silva.
  4. Quintais de axé: O sagrado presente nos espaços domésticos. Lorena Alves Mendes.
  5. SESSÕES ASTRAIS NO TAMBOR DE MINA E NA UMBANDA. Suellem Ferreira Câmara e Gracy Kelia Lopes Silva.
  6. IGREJA DOS MÓRMONS: O CAMPO MISSIONÁRIO DOS ELDERES. Lays Vaillant Lima Santos; Marina Pereira Santanna; Marlene Altina Roriz Leite; Raysa Ambrosio De Carvalho e Saulo Felicio Sales.
  7. A IDENTIDADE DOS POVOS GUARANIS EM JUJUY – ARGENTINA. María Belén Angelelli.
  8. O MUSEU E SUAS IDENTIDADES. Alexsandro de Oliveira Fernandes e Crislâini Priscilla Nunes
  9. FUTEBOL E IDENTIDADE: ENTRE O FRACASSO E A GLÓRIA. José Hailton Costa Coelho.

SALA H4 – AT 9 – Identidades, Etnias e Religiões

  1. Identidades Africanas em construção: vozes da África em Belém do Pará. Cláudio Cristian Teles Paiva e João Simões Cardoso Filho.
  2. Quilombo: uma nação dentro do Brasil. Diego Pita Ramos.
  3. Mina: crença, cultura e movimento. Descaracterizando preconceitos, esclarecendo conceitos, desfazendo estigmas. DÉBORA CAROLINA DE SOUSA MELO.
  4. INTOLERÂNCIA RELIGIOSA EM SALVADOR: O caso do Terreiro Oyá Onípo Neto. Gilda Conceição Silva.
  5. DAS ESCONDIDAS A SALA DE AULA: uma abordagem sociocultural da Capoeira Angola como instrumento educacional. Marcelo Ragner Guerra da Silva.
  6. Identidade e Religião no Catolicismo Apostólico Brasileiro em Curitiba/PR. Hyago Sarraff de Lion.
  7. A ATUAÇÃO DOS CIENTÍSTAS SOCIAIS NO RECONHECIMENTO E CONQUISTAS DOS AFRO-RELIGIOSOS EM BELÉM. Alef Monteiro.
  8. Os usos políticos da cultura popular: o caso português durante o período salazarista. Carla Dayanne Montenegro Honorato de Araujo.

SALA H5 – AT 9 – Identidades, Etnias e Religiões

1. Macunaíma Em: Identidade Brasileira – Relação entre Diversidade Cultural. Danilo Mourão dos Santos.

  1. EDUCAÇÃO E IDENTIDADE DENTRO DO TERREIRO DO TORÉ. José Kleiton Vieira de Lima Ferreira.
  2. LEVANTAMENTO NOS ARQUIVOS PÚBLICOS DA UFPA NA TEMÁTICA INDÍGENA. Thaysa Motta T. da Silva.
  3. O POVO DE SANTO E O ESPAÇO PÚBLICO. Alessandra Pereira.
  4. ESTADO-NAÇÃO OU ESTADO PLURINACIONAL: A CONTRIBUIÇÃO BOLIVIANA. Iorran Dias Aquino Braun e Monalisa Pinheiro Pinho.
  5. O BENEFICIO SOCIAL E RELIGIOSO DA FAZENDA DA ESPERANÇA”. ANA KELY DE OLIVEIRA MENDES.
  6. NATAL FORA DE ÉPOCA: UMA AFIRMAÇÃO DOS SÍMBOLOS. DANIEL CAMPOS JORGE SANTOS.
  7. “Eu e meu Facebook serviremos ao Senhor”: Notas sobre o uso das redes sociais na manutenção da identidade religiosa. José Germano Neto.

SALA H6 – AT 10 – Ciências Sociais no Ensino Médio/PIBID

  1. PIBID: RELÁTOS DE EXPERIÊNCIAS NAS ESCOLAS. Paulo Jaques Vasconcelos Marques e Camila Delfino Rodrigues.
  2. PIBID: Uma troca de saberes entre a educação superior e a educação básica. Alanny Araújo de Sousa e Eloísa Carla da Silva Rocha.
  3. PIBID/Sociologia/CDSA: prática das novas tecnologias informacionais de comunicação através do Cine Clube. Waschington Alves Guedes.
  4. ANÁLISE DOS IMPACTOS DO PIBID UVA 2011. Lucas Eduardo Ferreira e Antônia Karinny do Nascimento Marques.
  5. AVALIAÇÃO NO CONTEXTO ESCOLAR: OBSERVANDO AS PRÁTICAS DOCENTES DE SOCIOLOGIA SOB O OLHAR DO PIBID. Bruna Karine Nelson Mesquita.
  6. Relatório de aula de campo do PIBID – Sociologia. Mariane Conceição Silva Santos
  7. IMPORTÂNCIA DA EXPERIÊNCIA NA FORMAÇÃO DOCENTE. Camila Pelegrini; Dionata Luis Plens da Luz; Tânia Welte.
  8. Contribuições do PIBID para a formação docente: Relatos de experiências vivenciadas nas escolas públicas de Belém. Aline Vanessa de Vasconcelos Pereira e Altair Jacinta da Silva.
  9. A CONTRIBUIÇÃO DO PROJETO PIBID PARA A FORMAÇÃO DOCENTE DE LICENCIANDOS EM CIÊNCIAS SOCIAIS. Eline Brito de Farias e Josefa Denise de Farias.
  10. Uma abordagem sobre o uso de Tecnologias da informação e Comunicação no Ensino de Sociologia: Um estudo de caso sobre as experiências do PIBID/Sociologia/CDSA. Mirna Miqueliny Ribeiro Souza

SALA H7 – AT 10 – Ciências Sociais no Ensino Médio/PIBID

  1. O filme na visão da Antropologia Visual usado como um meio de se trabalhar Pluralidade Cultural na Escola. Israel Lopes dos Santos.
  2. Projeto de interdisciplinaridade com alunos do Ensino Médio. Aurinete Ferreira Barbosa.
  3. CURRÍCULO MÍNIMO DE SOCIOLOGIA DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO: DILEMAS E PROBLEMATIZAÇÕES. Carolina de Souza Amorim e Ingrid de Faria Gomes.
  4. PARÂMETROS CURRICULARES ESTADUAIS DE SOCIOLOGIA DA REGIÃO SUL E SUDESTE. Luiz Flávio Conceição Divino e Phelipe Rodrigues de Oliveira Pinto
  5. Rap e sociologia: O rap como recurso metodológico no ensino da disciplina de Sociologia. Gabrielle Cotrim D’Alécio e Romã Duarte Neptune
  6. O ENSINO DA SOCIOLOGIA NO ENSINO MÉDIO: PERSPECTIVAS E ENTRAVES NO SUL DA BAHIA. Lucineide Alves da Silva e Rita de Cássia Alves Santos.
  7. A SOCIOLOGIA NA EDUCAÇÃO PROFISSIONAL: O CASO DA ESCOLA ESTADUAL DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL PROFESSOR CÉSAR CAMPELO. Camila Maria Cunha de Souza.
  8. O currículo de Sociologia no ensino médio nos estados do Rio de Janeiro e São Paulo Teresa Cristina Salles Santos.
  9. Análise do manual de Sociologia a partir das experiências no PIBID. Tereza Raquel Gomes Batista.
  10. Uma análise sociológica das relações sociais no conselho de classe: o caso do colégio Liceu de Messejana. Suianny Andrade de Freitas.

SALA H8 – AT 10 – Ciências Sociais no Ensino Médio/PIBID

  1. OS PROCESSOS FONOLÓGICOS MARCADORES DE ESTIGMATIZAÇÃO SOCIAL: UMA PESQUISA NO BAIXO SUL-BA. Caique Ribeiro Tude e Márcio Coelho Lima.
  2. O Processo de Consolidação da Sociologia no Ensino Médio. Leandro Silvio Macedo Lelis.
  3. FORMAÇÃO DOCENTE E ATUAÇÃO EM SALA: O DESAFIO DE ENSINAR SOCIOLOGIA. Antonio Renato Gurgel e Raquel dos Anjos.
  4. EXPERIÊNCIAS PIBIDIANAS E SUA RELEVÂNCIA NA FORMAÇÃO DOCENTE. Josinaldo Cavalcante e Eline Brito de Farias.
  5. GESTÃO EDUCACIONAL DEMOCRÁTICA: PERSPECTIVAS E AMBIGUIDADES. Danilo César Macri Lazare e Douglas Marcato Martins.
  6. Relato de Experiência: a construção do profissional na área da educação e a contribuição do PIBID. Jason da Silva Borba e Vera Lúcia dos Santos Schwarz.
  7. O que é a Sociologia/Ciências Sociais no Ensino Médio?: Um estudo comparativo entre as propostas curriculares dos diversos estados brasileiros para a disciplina. Raul Nunes de Oliveira.
  8. A perspectiva de Educandos e Educandas no estudo das questões raciais brasileiras Pollyana Fernandes de Souza Ribeiro.
  9. Perspectivas pedagógicas: traçando uma identidade do ensino de Ciências Sociais na Educação Básica. Pablo Ruiz Andrade Rossi.
  10. O Rap como Ferramenta Pedagógica no Ensino de Sociologia. Juliana Leite Ferreira Neri

SALA H9 – AT 11 – Educação

  1. No Cariri tem negro? Uma abordagem sobre como é trabalhado o racismo pelo viés da sociologia – Observações de estágio. Dayze Carla Vidal da Silva e Davi Alencar Pinto.
  2. A atuação política do professor de sociologia e a sua contribuição para a emancipação. Lauanda Meirielle dos Santos.
  3. TRANSFORMAÇÃO: ALGUMAS PERSPECTIVAS FREIREANAS. Erik Batista Pereira e Sidney Oliveira Filho.
  4. APRENDENDO O LEGALIZE JÁ: O PROCESSO DE FORMAÇÃO NO COLETIVO DA MARCHA DA MACONHA GOIÁS. Rafael Aparecido Mateus de Barros
  5. O MODELO FABRIL NA ESCOLA BÁSICA E O DETRIMENTO DOS SABERES DOCENTES EM REALAÇÃO À RACIONALIDADE TÉCNICA: O DESINTERESSE ESTÁ EM SALA. Breno Pereira, Leandro Elias e Ricardo Souza
  6. SOBRE A EDUCAÇÃO ATUAL E OUTRA POSSÍVEL: OS CLÁSSICOS DA SOCIOLOGIA E A FORMAÇÃO EDUCACIONAL. Danilo Correia da Silva Santana.
  7. O PROFESSOR DE SOCIOLOGIA COMO AGENTE DE MEDIAÇÃO DOS CONFLITOS NO AMBIENTE ESCOLAR. Ronaldo Martins de Mello Filho.
  8. APRENDER PARA ENSINAR: PESQUISA, PRÁTICA E TEORIA ALIADOS NA FORMAÇÃO DOCENTE. Tanit Rabiega F. Souza e Renato dos Santos Reis.
  9. Educação do Campo: processos educativos no Movimento Sem Terra – Assentamento 25 de maio, Madalena – CE. Danyelli Maria de Sousa Holanda.
  10. A Escola como reprodutora das desigualdades sociais. Raquel Lustosa, Bianca Caixeta, Moacir Pisoni e Carlos Xavier.

SALA H10 – AT 11 – Educação

  1. ABORDAGEM ETNOGRÁFICA SOBRE O USO DE NOVAS TECNOLOGIAS EM UMA ESCOLA. Luciana Velloso.
  2. As relações com o saber dos estudantes da UFF – Campos. Solange Naegele Silva Braga.
  3. ADAPTAÇÕES DA TEORIA DA LIBERTAÇÃO FREIREANA À REALIDADE DAS ESCOLAS PARTICULARES. Fernando Luiz Duarte Junior.
  4. ANÁLISE SOCIOLÓGICA SOBRE A EDUCAÇÃO BÁSICA: UM PANORAMA MACRO E MICRO DO CONTEXTO ESCOLAR. Camila O. Soares e Diana L. Dias.
  5. Jogo Lúdico e Sociologia: Uma estratégia didática avaliativa. Antônia Karinny do Nascimento Marques e Lucas Eduardo Ferreira.
  6. Princípios Pedagógicos do Cursinho Popular DCE/UFV. Henrique Antonio Rocha Dutra.
  7. Os estudantes da UFF – Campos: quem são? Camila Dalvi Venturim.
  8. Educação Pública para surdos: relato de experiência sobre aulas de Sociologia no Ensino Médio. Cecila Vianna.
  9. SOCIOLOGIA DA EDUCAÇÃO: Um estudo sociológico da educação brasileira. Celina Cunha Rabelo Neta

SALA – AT 12/13 – Teorias das C. Sociais e Formação e Atuação do Cientista Social

  1. Algumas notas sobre a “teoria das elites” e o “pluralismo democrático” de Robert A. Dahl. Leonardo Rodrigues de Morais.
  1. A IMPORTÂNCIA DA SOCIALIZAÇÃO PRIMARIA PARA MUDANÇAS NAS PROBLEMATICAS INSTITUCIONAIS AUTORITÁRIAS. Leila Patricia de Lima Irineu.
  1. KARL MARX: PERSPECTIVAS DA MAIS-VALIA NO SÉCULO XXI. Maycon Yuri Nascimento Costa e Reinaldo Antônio do Amor Divino de Souza.
  1. TEORIA E EMPIRIA: UM ESTUDO SOBRE BOURDIEU E ELIAS. José Sérgio Martins Juvêncio
  1. Análise do currículo básico das Universidades brasileiras que pautam a formação no curso de Licenciatura em Ciências Sociais implantados com fulcro no Plano de Reestruturação e Expansão das Universidades Federais. Túlio do Carmo Maria
  2. Análise Estrutural: As Trocas de Prefeito na cidade de Ubatã-Ba entre os anos de 2008 e 2012. Cátila Sândila Santos Oliveira e Michele Caroline Santos Santana

SALA – AT 14 – Arte e Cultura

  1. O alto está falando. Caio Roberto Rocha da Silva.
  2. O poder do humor: a luz de Freud, Foucault e Max Weber. Victor Hugo Nicacio Ferreira.
  3. Cotidiano e Cultura: breves apontamentos. Izabela de Freitas Braz.
  4. Trabalho: filme etnográfico “As imagens que não tive”. Juliana Aguida Mendonça de Andrade.
  5. Projeto PAMIN. Luciana Chianca, Marinalda Pereira de Araújo e Mohana Ellen Brito Rodrigues.
  6. O fenômeno da moda na contemporaneidade. Leyliana Bezerra dos Santos, Vanderson Eduardo Lima e Gamaliel da Silva.
  7. Por um corpo que dança a cidade – Diálogos acerca de experimentações expressivas em espaços públicos de Brasília. Raoni Carricondo Leite.
  8. INFÂNCIA EM TELA: A INFÂNCIA PELO OLHAR DA ARTE. Fabiano da Silva Pereira e Maria Luiza Nobre Lamarão.
  9. Luiz Rosemberg Filho, a invenção em perspectiva. Bárbara Danielle Morais Vieira.
  10. RAP E SOCIABILIDADE: ANÁLISE DAS REDES E FORMAS DE SOCIABILIDADE DO RAP NA CIDADE DE MANAUS/AM. Rodrigo Duarte.
  11. A importância da fotografia para a Antropologia. Tamires Maria lira Rodrigues e Thalytyana Soares
  12. A influência das novelas da Rede Globo sobre a forma de se vestir e de se comportar de estudantes do sexo feminino em São José da Vitória – BA. Cleidinaldo Santos Cardoso
  13.  Um Dia de Noiva: Uma análise do ritual do casamento. Andréa Lima.

Dia 10 de julho divulgação dos trabalhos aprovados para o ENECS Fortaleza. 

 METODOLOGIA DE APRESENTAÇÃO 

1 – Cada encontrista  terá de 15 à 20 minutos para exposição do trabalho, à depender da quantidades de trabalho submetidos ao AT

2 – Haverá no local dos AT’s, um facilitador, que deverá contextualizar o tema geral e um coordenador, responsável pela sistematização do espaço bem como ordem e marcação de tempo.

3 – O resultado geral da discussão dos AT’s poderá ser levado para os Grupos de Discussão (GD’s), no intuito de contribuir ativamente com os debates e deliberações políticas do encontro.

 

   
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42 respostas para Apresentação de Trabalhos [AT’s]

  1. Israel Lopes disse:

    Eu já posso enviar o trabalho completo? Pois o meu trabalho já esta feito.

  2. Raysa disse:

    Gostaria de saber se vcs podem enviar a carta de aceitação ou não do trabalho com mais antecedência, pois no dia 10/07/13 fica muito em cima pra conseguir alguma auxilio junto a universidade.

  3. Israel Lopes dos Santos disse:

    Eu tenho a mesma duvida que a Raysa.

  4. Idalina Frazão Correia disse:

    O trabalho pode ser em dupla ou é individual?

  5. Conceição Brito disse:

    As apresentações somente poderá ser feitas em comunicação oral ou pode ser poste?

  6. Tatiani Kohls disse:

    O trabalho completo deve ser enviado em forma de artigo, 12 páginas e tal?
    Obrigada!

  7. Jairo Gomes disse:

    Boa noite, gostaria de saber se se faz necessário o envio completo do trabalho, ou apenas o resumo por hora. Fico no aguardo.

    Grande abraço.

  8. victor disse:

    é possível apresentar dois trabalhos? um em cada AT

  9. Alexandre Carvalho disse:

    Irei propor trabalho para apresentação, porém posso propor mais de um trabalho em ATs diferentes ou GTs?

    • enecs2013 disse:

      Olá
      As apresentações de trabalho ocorrem nos AT’s, eles ocorrem simultaneamente então, a unica forma de enviar mais de um trabalho para AT’s diferentes é submeter trabalhos com co autoria!

      Att

  10. kaique disse:

    Olá gostaria de saber se nesta primeira etapa de submissão dos trabalhos é necessário enviar o trabalho completo ou apenas o resumo, e caso seja necessário enviar apenas o resumo quando terei que enviar o trabalho completo?
    Att,
    Kaique Cardoso aluno de graduação da UFG/CAC

  11. Cláudio Cristian disse:

    Olá, gostaria de saber se é para enviar até o dia 30 de junho só o resumo? ou até esta data para enviar o artigo todo?

  12. tamires disse:

    Poderia me enformar o link que mando meu trabalho ??
    Obrigada

  13. Fábio Lacerda disse:

    Tenho uma dúvida. É com até 300 caracteres o resumo, somente o resumo, ou tudo, incluindo Título e Palavras-Chaves. Me tirem essa dúvida, por favor.

  14. Ellen Souza disse:

    Gostaria de saber se é possível participar do encontro até o dia da apresentação no AT.
    Como será feita a entrega dos certificados? Pode ser via email?

  15. Emilson disse:

    é necessario incluir email no resumo?

  16. Bruna Mesquita disse:

    Em relação a quantidade de palavras do resumo, serão quantificadas, as palavras do resumo, palavras-chave, título e identificação do autor ou só corpo do resumo?

  17. Denyse disse:

    Pretendo enviar um resumo com autoria e co-autoria, gostaria de saber se o mesmo for aprovado, os dois autores deverão realizar inscrição, no caso se só o autor efetivar inscrição tem problema?

  18. Michele disse:

    Em relaçã.o as informações da Escola, Autor e Coautor, curso, período… deve ficar em uma capa ou deve estar no corpo do Email?

  19. Emilson disse:

    Qual a data limite para enviar o trabalho completo? onde encontro as informações referentes a esse assunto?

  20. Bruno Francisco disse:

    Gostaria do contato de telefone ou email de alguém da organização. Preciso falar urgentemente com alguém.

  21. JOAQUIM disse:

    Gostaria de informar que não vai ser possível a presença de todos os autores na apresentação do artigo. Também quero externalizar meu total repudio a essa regra autoritária que só foi posta agora, após a aceitação dos trabalhos. É inviável a presença de todos os autores de trabalhos, principalmente os autores que morram fora do estado do Ceará. Nesses termos os artigos que faço parte como autor não serão apresentados neste evento.

    Confesso que nunca vi um evento com regra similar.

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