Oficinas

Segue abaixo a lista de oficinas aprovadas, se sua oficina não se encontra nessa lista retorne o contato através do e-mail do ENECS. Confiram!

O Teatro Marxista, e o papel da arte como espelho social.

Princípios básicos da historia da arte teatral, apresentar os grandes sintetizadores da arte como instrumento, tais como O teatro Grego a Renascença com Maquiavel, Racine, Shakespeare, Moliere, Diderot, sua estética do belo e sua arte rebuscada numa sequência de escândalos e papel social. No século XVIII temos o nascimento do teatro burguês versando o realismo patético, com autores como Voltaire, Goethe, Schiller, e o Pré-romantismo nas artes cênicas, o século XIX e o nascimento da era Industrial! Autores como Vitor Hugo, Ibsen, Dumas Filho, e a liberdade da arte critica. Para estudarmos como esta transformação se reverberou no teatro moderno Stanislavski e os modelos rítmicos de Dalcroze, depois disso o nascimento do teatro Proletário com Erwin Piscator difundindo a ideia de lutas de classes. Ate este momento toda cultura
artística buscava sempre reverter a lógica do social, contudo foi com Brecht que o teatro ganha ar épico, e diversos elementos sensoriais são usados para o real distanciamento entre ator e arte cênica, nascendo realmente um teatro afirmativo como arte de revolução. A partir destes conceitos gerais a buscar por um teatro pobre de Grotowski para uma nova etapa entre corpo e mente na instrumentação da própria arte, o ator total. A oficina será apresentada sobre o modelo de seminários de dramaturgia para analisarmos a ligação estética da arte cênica com o marxismo, para um aprendizado compartilhado em sala, onde possamos buscar chaves analíticas em favor de uma arte verdadeiramente afirmativa. Disporemos de temáticas de experimentação para o corpo e mente, juntando exercícios de concentração e aquecimentos, para iniciação de novos atores. O objetivo da oficina é busca parceiros para uma nova experimentação teatral, para possíveis representações no próprio circuito da aprendizagem.

Vagas: 20
Facilitador: Celso Henrique Monteiro de Queiroz (Ciências Sociais – UFPE e Poeta)

Organização e execução de eventos & ambientação sonora.

Promover o conhecimento de que eventos de entretenimento – assim como outros – são atividades oriundas de ações realizadas previamente por profissionais e que um dos fatores determinantes para a execução a contento deste é a sonorização.
Contribuindo na discussão, a oficina pretende didaticamente instruir pessoas leigas a realizarem eventos de toda ordem.

Vagas: 30
Facilitador: Mário Luis Moreira Silva (Ciências Sociais – UFC)

Oficina de Libras: conhecendo o mundo das mãos que falam…

A oficina de Libras: conhecendo o mundo das mãos que falam… irá tratar de apresentar e ensinar alguns sinais da Língua Brasileira de Sinais – Libras. Oficializada no ano de 2002 pela Lei n° 10.436/2002 e regulamentada pelo Decreto n° 5.626/2005 no Brasil como forma de comunicação e expressão, a Libras se configura como segunda língua oficial do país. As línguas de sinais são línguas de modalidade visual e espacial, e, além disso, se configuram como um artefato cultural de grande significação na identidade desses sujeitos, que movimentam diversos grupos, instituições, associações etc., que compõem a chamada comunidade surda diante de diversas reivindicações, tais como o respeito à língua de sinais, a criação de escolas em que eles (surdos) aprendam a partir da Língua de sinal, a criação de mais vagas de trabalho, a acessibilidade linguística pela presença de intérpretes, dentre outras. Assim, com esta oficina, propomos aproximar o público acadêmico do curso de Ciências Sociais e os demais interessados na língua de sinais à um mundo até então pouco visto ou até mesmo invisível às nossas experiências acadêmicas. Iremos ensinar alguns parâmetros desta língua, nos inclinando a querer despertar nos cursistas a curiosidade por descobrir as nuances que permeiam esta comunidade auto referida surda. Entretanto, mesmo com algumas conquistas aqui no Brasil, como várias universidades e faculdades ofertando o curso de Letras/Libras e a implantação da disciplina de Libras nos Currículos das Licenciaturas em todo o país, sabemos que a inserção desses sujeitos no campo da educação superior traz consigo o grande desafio de propor aos Surdos uma educação de
qualidade e, de fato, inclusiva, e que o respeite. O que significa que, à priori, estas pessoas devem ter acesso ao ensino superior através da sua língua: a Língua de Sinais. Em suma essas questões implicam em querermos oferecer aos cursistas o conhecimento da língua, o conhecimento dessa comunidade, e se possível incitarmos a curiosidade por este universo novo e que isso seja de alguma forma uma possibilidade de, futuramente, os surdos não serem prejudicados pela ausência de uma comunicação eficaz.

Vagas: 20
Facilitadoras: Eudenia Magalhães Barros (Mestrado Sociologia – Unicamp; Samantha Alves da Silva (Ciências Sociais – UFC); Tamara Vieira (Ciências Sociais – UFC)

O lúdico como instrumento didático do ensino de Sociologia: conhecendo o Socioreka e o Nova Metrópole.

Após resgate teórico que apreenda a possibilidade do uso do lúdico enquanto ferramenta didática e seu empenho em função da formação crítica do indivíduo e de sua emancipação, a Oficina propõe-se a apresentar os jogos elaborados pelo PIBID Ciências Sociais/UEM.
O Socioreka consiste em um jogo de cartas que referencia conceitos sociológicos básicos e exercitam a argumentação do jogador. O jogo Nova Metrópole, por ora protótipo, consiste em um jogo de tabuleiro que acomoda os elementos da cidade maringaense, proporcionando aproximação entre o imaginário e a realidade.

Vagas: 20
Facilitadoras: Ana Paula de Souza Santos (ciências sociais – UEM) e Samanta Elisa Martinelli (Ciências Sociais – UEM)

Fanzine: um recurso didático para o ensino de sociologia nas escolas de ensino médio.

A Oficina de Elaboração de Fanzine, surgiu de um trabalho elaborado pelos estudantes, Karlos Patrick e Antônio Aurélio Mesquita, bolsistas do PIBID 2011, que atuam na escola CERE – Centro de Referência Educacional Prefeito José Euclides Ferreira Gomes Jr, no município de Sobral – CE, em substituição da carga horaria exigida pelo programa de trinta horas mensais, no mês Janeiro de 2013, em função da
ausência de alunos na escolas estaduais que hora estavam de férias. Esses trabalhos de acordo com a instrução normativa foram estabelecidos como atividades complementares, materiais didáticos para serem aplicados para os alunos nas escolas que o programa atua. Os bolsistas se dividiram em duplas e cada dupla elaborou um material didático. Elaboramos um minicurso, com o tema: A construção Social do Racismo no Brasil, para os estudantes do 3º ano, da escola CERE e como “produto” do minicurso construirmos junto com os alunos um Fanzine.
Desenvolvemos o minicurso, no mês de maio de 2013, com os alunos da escola CERE e elaboramos o Fanzine, mas como os alunos não tinham conhecimento do que era o Fanzine, elaboramos um material, para apresentar no minicurso tratando do assunto. A proposta dessa oficina surgiu exatamente dessa questão, como os alunos não tinha muito conhecimento sobre o que era o Fanzine, tivemos que elaborar um material com uma apresentação contemplando esse conteúdo.
De acordo com o material elaborado Fanzine, é o significado da abreviação das palavras fanatic e magazine, especificamente da aglutinação da ultima silaba da palavra magazine (revista), com a primeira silaba da palavra fanatic (fã em português). Portanto Fanzine é uma revista produzida por um fã. Uma revista despretensiosa, produzida por um exercício de colagem com revista em folhas de papel A4, dobrado no meio e depois é xerocado.
Nesse sentido apresentamos a presente oficina de elaboração de Fanzine, como um recurso que pode ser utilizado em sala de aula pelo professor de Sociologia do ensino médio, podendo ser desenvolvido por qualquer tema proposto pelo professor. Nossa oficina terá como tema: A Construção Social do Racismo no Brasil.

Vagas: 25
Facilitadores: Karlos Patrick de Paula Sousa (Ciências Sociais – UVA) e Antonio Aurélio Mesquita (ciências Sociais – UVA)

Patrimônio histórico e modernidade em Fortaleza: (Re)descutindo o espaço urbano

Na maioria das vezes, os conceitos de memória, história e patrimônio quando aplicados a alguns lugares são tidos como algo dado, porém os significados atribuídos pelos homens são dinâmicos e as apropriações são reapropriações. Assim, esta oficina lançará um novo olhar sobre alguns espaços públicos da cidade de Fortaleza, refletindo sobre os conceitos de memória e patrimônio, fatos antigos e recentes e as representações construídas em torno deles.

Vagas: 30
Facilitadores: FRANCISCO WILLAMS RIBEIRO LOPES (Mestrado Sociologia – UFC; REGIANE CAETANO DE ARAÚJO (Mestrado Antropologia – UFPB); RAQUEL VIANA DOS ANJOS (Ciências Sociais – UFC).

TEATRO DO OPRIMIDO E SUA ATUAÇÃO POLÍTICO-SOCIAL

Oficina teórica e prática de Teatro do Oprimido, criado por Augusto Boal. Com execução de exercícios, leitura de textos de Boal e finalização com uma peça de teatro fórum no momento de intervalo do evento. Com objetivo de Apresentar o Teatro do Oprimido (TO) como forma de intervenção social, seja na escola, na comunidade, na periferia e em ambientes públicos. Como meio de conscientização sobre os problemas sociais enfrentados em âmbito nacional e principalmente local. Mostrar as formas de teatro que Augusto Boal traça em suas obras para chegar na raiz do TO que é a ética.

Vagas: 30
Facilitadora: Nayara Priscila Xavier (Ciências Sociais – UFRN)

Uma resposta para Oficinas

  1. Rafael Barros disse:

    Como faço para me inscrever em uma oficina?

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